| 09/Out/2000 | Venda de chips só quebra em 2003
A loucura em torno dos PDA, consolas, câmaras, set-top boxes, etc, manterá as vendas mundiais de chips num ritmo crescente que só será quebrado em 2003.As vendas mundiais de semicondutores vão crescer [ler mais] A loucura em torno dos PDA, consolas, câmaras, set-top boxes, etc, manterá as vendas mundiais de chips num ritmo crescente que só será quebrado em 2003.As vendas mundiais de semicondutores vão crescer pelo menos 37% este ano, para um total de 231 mil milhões de dólares, e deverão manter o ritmo de crescimento nos dois dígitos até 2003, segundo um relatório da Dataquest.
Em 2001 prevê-se uma taxa de 27,5%, que baixará para os 13,9% no ano seguinte e finalmente para os negros 5,3% esperados em 2003.Há duas razões para este crescimento não previsto (previa-se, isso sim, uma ligeira quebra já para 2001). Em primeiro lugar, os fabricantes arranjaram novos mercados nas indústrias emergentes dos telemóveis, PDA, câmaras de filmar digitais, set-top boxes, consolas de jogos, e demais «gadjets» digitais.
Em segundo, e contrariando o anúncio da Intel responsabilizando as fracas vendas na Europa pelos resultados abaixo do esperado no seu trimestre fiscal, o mercado europeu de computadores pessoais deverá crescer este ano 12% a 13%, dizem dois estudos independentes, um do Gartner e outro da europeia GfK Group. A AMD subiu a sua quota de mercado de 8% para 12% à custa da Intel, que para já não comenta. [ler menos] |
| 09/Out/2000 | Marinha americana investe 9.000 milhões
A Marinha dos EUA lidera a migração militar para a era da Informação investindo até 9.000 milhões de dólares no primeiro contrato com uma empresa privada.
Anunciado na sexta feira, o contrato [ler mais] A Marinha dos EUA lidera a migração militar para a era da Informação investindo até 9.000 milhões de dólares no primeiro contrato com uma empresa privada.
Anunciado na sexta feira, o contrato multimilionário foi ganho pela Electronic Data Systems de Plano, estado do Texas. Prevê a ligação das redes actualmente separadas da Marinha e dos Fuzileiros numa só intranet, que terá de ser menos vulnerável a qualquer tipo de ciberataque.
O Secretário da Marinha Richard Danzig chamou-lhe «o maior contrato do género jamais assinado pelo Governo». Começa nos 4.100 milhões mas deverá estender-se, consoante o período a contratar, até aos 9.000 milhões de dólares.
Outro marco histórico: é a primeira vez desde que há computadores que um ramo militar dos EUA entrega a uma empresa do sector privado a responsabilidade e o risco de operar e manter toda uma rede de sistemas informáticos altamente sensível.
O futuro sistema de informação é visto pelo Departamento de Defesa - cuja rede com milhares de computadores é a maios do mundo - como um modelo para o sector militar como um todo e deverá estar 100% operacional em Junho de 2003. [ler menos] |
| 09/Out/2000 | Compaq avisa: Linux tem de atacar o mercado
Judy Chavis, product manager do Linux na Compaq, deu o mote: se quer ter mais que um pequeno nicho do mercado, o Linux tem de fazer mais acordos comerciais e ganhar vendedores.
Sendo um dos [ler mais] Judy Chavis, product manager do Linux na Compaq, deu o mote: se quer ter mais que um pequeno nicho do mercado, o Linux tem de fazer mais acordos comerciais e ganhar vendedores.
Sendo um dos principais apoiantes do Linux nas plataformas Intel e Alpha, a Compaq lança o grito de alerta. «Estamos na fase em que precisamos de sites de referência», disse Judy Chavis, directora do departamentocde marketing dos produtos Linux/Unix da empresa.«Caso contrário corremos o risco de perder o actual bom timing - e o Linux tornar-se-á mais uma daquelas coisas só para geeks», frisou Chavis. Que adiantou as medidas certas para ajudar o pinguim a prosperar: o kernel 2.4 (que sofreu um atraso de dois meses, disse Linus Torvalds...), o projecto Linux 64 e um maior leque básico de ferramentas.
Para a Compaq o Linux é estratégico: «esperamos anunciar negócios significativos nos próximos seis meses, incluindo um site de comércio electrónico de âmbito mundial a correr Linux para a infraestrutura de serviços internet». [ler menos] |